Terça-feira, 17 Novembro, 2009

É um contrabaixo ligado, com os amigos por perto, com certeza. Hoje vai ter em dose dupla, no espetáculo das atrizes e no show da Fábrica de Animais. O show da Fábrica hoje é especial, pelo menos pra mim, pois tocamos com o La Carne, a melhor banda de rock do Brasil. Sou fã dos caras e não escondo de ninguém – aliás não escondo nada, só não me perguntem certas coisas, sobre certas bandas, pois eu vou responder, então é melhor deixar assim mesmo. Quanto ao La Carne, porra… Desde que Marião me mostrou Jukebox os caras não saem mais do Cd player. É sempre muito bom encontrar Linari, Carlinho, Jordão e agora Chicão (tudo rimando com “ão” mesmo). Além da banda, de ser fã mesmo dos caras, eles são gente muito fina, caras do bem (ou do mal mesmo) total. Hoje promete ser um dia daqueles. E tem ainda o Carcarah, aquele moleque talentoso botando uma penca de som pra rapaziada curtir. Que noite! Que venha… amanhã devo ficar “doente”. Não me liguem antes das seis da tarde. Té daqui a pouco, lá na Livraria da Esquina.
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Publicado por rkjazz
Segunda-feira, 16 Novembro, 2009
Ontem foi massa. Foi foda, mas foi massa. Foda por conta da sinusite – São Paulo é muito “empoeirada”. Massa por conta do som com a “Martinez”, banda do brother Rafael Martinez. Conheço o Rafa, guitarrista da Martinez, a um bom tempo, da Jully et Joe. Ele participou da banda e chegou a gravar uma “demo tape” no Solo Estúdio, do Vitor França, em Curitiba. Eu e Rafa fizemos a faculdade de música no mesmo ano, a FAP. Rafa é, além de um puta músico, um puta amigo – considero a passagem dele pela Jully et Joe uma das mais criativas. Martinez, a banda, conta com um vibrafone (tocado e muito por Beto Montag), instrumento que eu nunca tinha visto de tão perto assim. Tem um som incrível e me pareceu bem foda de tocar. Beto usa pedais (o que eu lembro: um moog, delay, entre outros) que dão ao instrumento mais possibilidades de timbre, tudo muito bem sincado com o som da banda. Eu e Humberto, batera de Santa Catarina, que toca muito, substituimos o baixista e o baterista da banda (Daniel e Nandinho, respectivamente), que tavam numa outra gig. Foi tudo bem em cima da hora e sem muito ensaio – esta porra de computador nem o cd me deixou ouvir direito -, mas acho que o resultado ficou legal – pelo menos os músicos não acharam ruim e o Rafa acabou de me ligar empolgado com o resultado. Pra quem quiser conferir o som da banda, tá aqui o link no My Space dos caras http://www.myspace.com/martinezjazzfunk. Valeu ao Rafa e ao pessoal da banda pela oportunidade, pela diversão e pela gentileza de todos. Quer ver ao vivo? Os caras tocam no Tapas, Bar na Av. Augusta, SP, 29/11, às 19:00. Sonzeira “du caralho”, como diria o Bortolotto.
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Publicado por rkjazz
Sexta-feira, 13 Novembro, 2009
Sou a favor. Como pode uma cidade como São Paulo não ter um mar particular? É o fim da picada. Não dizem que o dinheiro tudo pode? Pois então quero ver. Faz um calor incrível na cidade e final de semana, feriados, o paulistano sofre e perde horas preciosas que poderiam ser prazerosamente passadas em frente a um belo prato de camarão com limão, uma cervejinha gelada ou olhando a bunda branca das conterrâneas, no trânsito, tentando chegar perto de um cantinho de mar poluído pra molhar os pés, pra mijar em público, trepar (né não, Cicarelli?), essas coisas que todos fazemos no mar quando achamos que ninguém está observando. Será que ninguém pensou nisso antes? Na transposição do oceano Atlântico? Tá tão em moda, pô! Existem obstáculos, impactos e coisas no caminho deste “feito” do progresso? Bom, claro. Santos e a rapaziada que se fodam. O que é um pedacinho de terra fértil, uma cidadezinha do interior, um portinho comparado ao calor do paulistano? Outra boa idéia era fazer um projeto de lei (paulistana, óbvio) onde os helicópteros fossem obrigados a pairar a poucos metros do solo por um mínimo de três horas diárias cada um – os helicópteros são mais de 240 na capital e, se não me engano, é a segunda (Folha de SP) maior frota destas aeronaves no mundo. Já refrescava bastante. E a poluição? Cara, onde moro dá pra ver a serra da Cantareira. Ver é modo de dizer. A poluição é tanta que parece Santiago, no Chile, só que sem a Cordilheira dos Andes. A poluição é igualzinha. É só olhar pela janela. Outra utilidade pros helicópteros: espalhar a fumaceira toda. Bastava reunir todos e, no período crítico – sim, aqui em São Paulo existem picos críticos de tudo: ar, transporte, estadia, alimentação, violência, etc, etc -, como se fossem um grande ventilador, eles afastariam os gases letais de nós, os moradores desta megalópole. Se o Serra quiser mesmo se eleger presidente, é só fazer o projeto da transposição oceânica. Eu voto nele com certeza. O Lula não vai fazer a do São francisco? Fixinha pra São Paulo. Se o Kassab quiser ser mais bem visto pelos paulistanos, é só pegar o helicóptero dele e dar uma mãozinha neste verão. A população agradeceria essas medidas em prol de uma cidade mais saudável e de melhor qualidade de vida.
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Blogroll | Tagged: José Serra, Kassab, Transposição do Oceano Atlântico |
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Publicado por rkjazz