Para os dias de motoserra e Dilma, sou mais Rage e Zack de la Rocha


 

“…Por fim, ainda que a tônica do SWU seja de sustentabilidade, o Rage Against the Machine não fez concessões em seu engajamento: dedicou a faixa “People of the sun” aos “nossos amigos” do Movimento Sem Terra brasileiro, disparou um trecho do hino da Internacional Comunista antes do bis – fechado com as clássicas “Freedom” e “Killing in the name” -, e se despediu dos fãs de punhos cerrados repetindo o gesto dos Panteras Negras sob uma salva de aplausos, urros e uma chuva de sapatos, chinelos e CDs atirados pelos fãs contra o palco…”

Diego Assis ( e olhe que o jornalista é do portal da globo)

 

Até onde eu sei, e li, foi um fiasco esse papo de “sustentabilidade” e organização de primeiro mundo. Eu e meu instinto não embarcamos mais nessas roubadas.

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