O que seria da vida sem pessoas especiais por perto?


Semana agitada com a presença de grande amigos e família. Primeiro  mestre Alberto (Kiko) Lins e Lícia, estiveram em São Paulo e nos presentearam com uma estadia pra lá de bacana aqui em casa. Alberto (baixista do Opinião Pública, Maxixe Machine) foi quem deu o pontapé inicial para a minha carreira de baixista, que levo nas costas com muito orgulho em dias ensolarados ou molhados. Adolescente ainda, ficava olhando Albertão desempenhar o baixão do Opinião Pública, banda que sou mais que fã, tentando entender com a coisa toda funcionava. Grande obrigado a este irmão, não só de profissão, mas de tantos outros carnavais, pela visita, junto com Lícia, que é muito querida por mim e por Melissa. A casa é de vocês para todo sempre, amigos. Apareçam sempre que sentirem necessidade e vontade. Estaremos aqui aguardando. Com muito prazer. E final de ano nos encontraremos na praia, para delirarmos todos, com certeza. Até breve!

Depois de Alberto e Lícia –  e do meu joelho ainda torcido – minha irmã Telma e meu cunhado Mark, vieram dos EUA – na verdade eles vieram para a formatura da minha sobrinha Lia, em Curitiba, e resolveram passar uns dias aqui em São Paulo. Foi muito legal, pois eu não os via a tempos. Mark é um cara super do bem (bem-bom, piada interna). Passamos uma tarde andando por Sampa, de metrô, na rua, misturando-nos com as pessoas na 25 de março e em todos os cantos desta imensa cidade da América do Sul. Eles ainda foram ver a Fábrica, em show histórico na Bibiloteca São Paulo, onde existiu a maior fábrica de animais do estado de São Paulo, o presídio do Carandiru, palco da chacina covarde e de tantas outras atrocidades contra a vida humana, e que agora é um belo parque, tomado por crianças, com uma arquitetura de linhas leves e tranquilas. O show foi ao lado da biblioteca, num espaço livre/coberto, tipo um mezanino, e foi um belo espetáculo, com a Fábrica tocando tranquilamente suas intranquilidades. Telma e Mark embarcam hoje, segunda-feira, 13 de setembro. Já estão ali no quarto arrumando as malas, mas deixam a alma mas tranquila, pois estamos todos vivos e bem. Agora vamos ver, eu e Meli, se conseguimos visitá-los. Iria ser ótimo, mas depende ainda de muitos acertos e disacertos profissionais. Fica um grande abraço apertado nos dois e um até breve também.

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3 Responses to O que seria da vida sem pessoas especiais por perto?

  1. igor disse:

    maneiro esse espaço hein? é bom tocar de dia , enxergar os botoes, as notas e tudo mais nénão ? tenho me fodido com umas luz estrobo que dao um nó na cabeça heheh brother e o lance do massive attack ? ja comprou a tua “passagem” pro show? abraaço!

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