Hotel Avenida – o show – james sessions 26/02

Sábado, 28 Fevereiro, 2009

Hotel Avenida – Cante-me álcool- by Adri Perin

Tem mais uma (Um centavo) lá no blog do Ivan e da Adri


Agora há pouco, no James…

Quinta-Feira, 26 Fevereiro, 2009

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Ivan e Gian, os patrões, “dando” uma entrevista pro programa Enfoque (TVE/PR)

Daqui a pouco rola o show do Hotel Avenida, lá no James – vocês já devem saber. Uma chuvinha fina, daquelas “tipo fica em casa”, tá rolando, mas o som vai ser bom. Tem tudo pra ser uma noite bacana. Estaremos lá, esperando a hora de começar o rock!


Hotel Avenida – Bem Paraná / Jornal do Estado

Quinta-Feira, 26 Fevereiro, 2009

projeto James Sessions de hoje, no James Bar, recebe o primeiro show da banda recém-formada, que reúne músicos experientes da cidade, de diferentes gerações

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The Wrestler – por Marcelo Mirisola

Quinta-Feira, 26 Fevereiro, 2009

Nosso carnaval foi assim… ensaios

Quarta-feira, 25 Fevereiro, 2009

E foi bem massa. Linari, Julieta, Flávio Jacobsen e uma pá de amigos lá no estúdio. Foi assim.

Hotel Avenida – Reza – by Adriane Perin

Pra quem quiser aparecer

Tá dado o recado


O lugar ideal

Quinta-Feira, 19 Fevereiro, 2009

Um mina de carvão no centro-norte do país. Meu nariz nunca funcionou direito, sempre entupido, mas o dinheiro era bom, então vamos lá. Na primeira semana, quatro caras ficaram entre os escombros de um desmoronamento. Na segunda semana, um morreu numa explosão. Fora isso tem a escuridão. Não sou claustrofóbico, pelo menos não era ou não sabia. Teve um dia que a minha lanterna apagou. Era um túnel novo que estávamos escavando. Joe estava bem atrás de mim, uns cem, cento e vinte metros. Eu estava operando a furadeira para colocar explosivos.  Primeiro veio um silêncio devastador, depois comecei a ouvir os pingos d’água, vindos do teto até as poças no chão. Então procurei a parede às minhas costas, com as mãos, e me sentei bem junto a ela. Tirei a lanterna do capacete e tentei fazer ela voltar a funcionar. Não consegui. Alguma coisa tinha emperrado e ela não ligava de maneira nenhuma. Eu tinha checado a bateria antes de entrar na mina. Uma bateria dessas dura  mais de seis horas fácil. Eu estava há duas dentro do túnel. Todos que trabalham em minas tem um rádio, pra caso  de emergência. Joe  respondeu que estava a caminho. Nesse meio tempo, um barulho ensurdecedor e uma montanha de carvão caiu em cima de mim. Não sabia exatamente onde estava e a dimensão do que tinha acontecido. Provavelmente algum idiota detonou  uma carga mais forte que a necessária, num túnel próximo. Isso sempre acontecia. Tem caras que vieram de minas de ouro e bauxita. Eles ainda acham que estão nelas e colocam explosivos além do necessário. Perdi o rádio na confusão. Não enxergava nada em qualquer direção que olhava e o pó negro do carvão ia fazendo seu trabalho, lentamente, dentro dos meus pulmões. De um ponto para frente, não me lembro de mais nada. Perdi a consciência. Quando acordei, estava todo sujo e com uma dificuldade danada pra respirar. Depois, isso passou e pude ver que estava em uma praia, um lugar muito bonito, com água azul e pequenas ilhas espalhadas ao redor. Uma sensação agradável tomou conta de mim e o calor e a luz do sol eram gratificantes depois de toda aquela escuridão. Tirei as roupas imundas e comecei a me lavar na água quente daquele mar azul. Depois de limpo, deitei nu na areia e decidi que este era o lugar que sempre quis estar, que sempre imaginei conhecer. Decidi que ia ficar aqui. Nunca mais voltei para as minas.


Tá foda…

Quinta-Feira, 19 Fevereiro, 2009

O mundo vai mal… muito mal

Quinta-Feira, 19 Fevereiro, 2009

Minc quer 100 bilhões de euros contra aquecimento

Acho tão surreal esses caras falando sobre o “isso e o aquilo”, em relação a ecologia. Tem uma letra do Fellini, Rock Europeu, que diz assim: ” Tudo foi sempre uma mera questão de dinheiro / O belo câncer no mundo das idéias”. Na boa, ninguém tá nem aí se, daqui a cinquenta anos ou quantos forem os anos, essa porra afundar. Eles já terão ganho o suficiente e aproveitado de tudo que a grana pode comprar. Deixar para os filhos? Sério que alguém ainda cai nessa?  Li outro dia que dezessete sortudos (vai saber?) detêm a maior parte da grana mundial. São os “Tio Patinhas” de verdade. Você acha mesmo que  esses filhos da puta, que controlam as grandes corporações, querem deixar de ganhar seus bilhõeszinhos? Para de sonhar, brother. Vai comprar uma latinha de caviar, de preferência o de esturjão beluga. O mundo vai acabar e você nem provou essa bosta. Ninguém pode impedir o mundo se ele quiser acabar com a gente e quem mais tiver na fila.  Quem sabe uma daquelas pedrinhas  gigantes, que estão por aí, curtindo o espaço sideral, resolve nos fazer uma visitinha surpresa. E daí? Terão gasto uma grana violenta numa bobagem. Melhor pegar essa grana e comprar comida pros caras que estão passando fome aqui e agora, – aquelas criancinhas subnutridas, fetiche dos fotógrafos “de arte”. De quebra, poderiam dar umas Lamboughinis pros pais deles, e uns ternos e vestidos Versace. Se liguem.


Filme pra ver

Quinta-Feira, 19 Fevereiro, 2009


Trailer Milk - Gus Van Sant


Paulo de Tharso – Picanha, para os brothers

Quinta-Feira, 19 Fevereiro, 2009