Correria total pra fazer o Porão Loquax com o Rodrigo Garcia (tem link pro site do cara aqui do lado – Estúdio Realidade). De quebra, uma gripe filha da puta me pegou. Inda bem que tem bons livros na estante. Essa semana promete. Tomara que mel e própolis segurem a onda. Tomara. Quem puder e gostar de poesia & uns malucos fazendo barulho, apereça lá no Porão na terça, 01/07. Vai ser massa. Té lá.
Rodrigo Garcia Lopes no Porão Loquax
Quarta-feira, 25 Junho, 2008Ele apresenta show de música e poesia em Curitiba e lança dois novos números da revista Coyote
O poeta, tradutor e compositor Rodrigo Garcia Lopes (voz e violão) se apresenta dia 1 de julho, terça-feira, dentro do projeto Porão Loquax (Wonka Bar, R. Trajano Reis, 326, fone 3026 6272, Curitiba), que ele inaugurou há quase três anos. Desde 2006 morando nos Estados Unidos, onde é professor de Português e Literatura Brasileira na Universidade da Carolina do Norte, neste show Rodrigo Garcia Lopes mostra canções inéditas e poemas que integrarão seu novo CD, a ser gravado em 2009.
Acompanhado de Rubens K (baixo) e Marcelo Chytchy (bateria) Garcia Lopes apresenta músicas novas como “Vertigem (“Um Corpo que Cai)”, “New York”, “Betty Blue” e “Rito”, além de traduções como “O Navegante” (poema anônimo da tradição anglo-saxã, com mais de mil anos de idade), composições de seu disco Polivox (independente, 2001) e poemas inéditos.
Aliando a linguagem da música com a música da linguagem, o pocket-show traz diversos estilos e dicções que marcam seu trabalho, abrigando linguagens e universos que vão do blues (“Perfeitos Estranhos Blues”, “O Assinalado”, este sobre poema de Cruz e Souza), ao doce stil nuovo da poesia italiana medieval; do jazz (“Mulher da Multidão”, “A Solidão”), reggae (“Ruído do Vidro”), balada (“Ítaca”) ao funk (“Clique, Plugue, Ligue”).
Nascido em Londrina (PR), autor de 13 livros e um CD, duas vezes finalista do Prêmio Jabuti (pela tradução de Folhas de Relva, de Walt Whitman, e por Nômada, seu último livro de poesia). Em 2001 Garcia Lopes teve seu poema “Stanzas in Meditation” incluído na antologia Os Melhores Poemas Brasileiros do Século Vinte (Editora Objetiva). A fusão da linguagem falada com a música, além de incursões com a poesia sonora, tem possibilitado sua participação em recitais litero-musicais como o Perhappiness (Curitiba), Semana Paulo Leminski (Araraquara), Festival Internacional de Londrina (Londrina), CEP 2000 e Te Vejo na Laura (Rio), Feira do Livro de Porto Alegre, além dos projetos Prata da Casa (SESC Pompéia), em 2005, Outros Bárbaros, do Itaú Cultural em São Paulo (2005) e na Brown University (EUA), no ano passado.
Rodrigo também é um dos editores da revista Coyote, “uma das principais revistas literárias do país”, segundo a Folha de S. Paulo. Durante o show haverá o lançamento dos dois últimos números da revista Coyote (a R$10,00). Entre os destaques da revista Coyote 16 e 17 estão fotos de Boris Kossoy e desenhos de Carlos Carah, dossiês com o cartunista e desenhista Marcatti e com o romeno-americano Andrei Codrescu, inédito no Brasil. Coyote traz também traduções de Alejandra Pizarnik (Argentina) e Gertrude Stein (traduzida pela curitibana Luci Collin), revela para o público brasileiro os poemas do chileno Roberto Bolaño (Chile) antologia a poesia de Marcos Prado, e destaca, entre outros, os textos dos curitibanos Monica Berger e Rubens K.
SERVIÇO:
Porão Loquax com Rodrigo Garcia Lopes
+ lançamento dos números 16 e 17 da revista Coyote
Rodrigo Garcia Lopes: voz e violão
Rubens K: baixo
Marcelo Chytchy: bateria
Dia: 1 de julho, terça-feira, às 23 horas.
Local: Wonka Bar, R. Trajano Reis, 326, fone (41) 3026 6272
Entrada: R$1,99
Radio.String.Quartet.Vienna & Ulf Wakenius
Terça-feira, 24 Junho, 2008
Dodge the Dodo” (e.s.t.) – by Radio.String.Quartet.Vienna & Ulf Wakenius – live in Hamburg
Já essa, na versão do Esbjörn Svensson Trio, ao vivo, tem um puta solo de baixo com arco. Caralho.
Esbjörn Svensson Trio
Terça-feira, 24 Junho, 2008
Esse foi um toque do Igor. O Pianista morreu em um acidente de carro (na verdade, como o Igor corrigiu, foi um acidente de mergulho. Não sei da onde tirei carro, mas agora sim ele morreu da coisa certa). Vale a pena conferir a intro desta canção (esta cortada aqui pelo limite de tempo), que neste festival foi um puta solo de baixo. No YouTube rola assistir as duas partes. Bem bacana.
Quem disse que não gosto dos argentinos?
Terça-feira, 24 Junho, 2008Confraria “Z”
Segunda-feira, 23 Junho, 2008Confraria “Z” é o estúdio do Carlão. Carlão é o guitarrista/compositor do Folhetim Urbano, além, claro, do OAEOZ. Carlão é um brother gente fina que eu cruzei quando a gente trabalhava verificando erros em mapas cartográficos – e isso faz tempo. De lá pra cá a gente se encontra sempre pra tomar cerveja e fazer intermináveis “jams sessions”. Acontece que Carlão não trabalha mais verificando mapas - e nem eu. Carlão montou, no porão da casa onde mora, um estúdio – que era pra banda dele ensaiar. Mas eu felei que esse maluco é gente fina, não falei? Então a rapaziada começou a se encontrar nas jams e pouco a pouco ensaiar lá. Carlão tem uma paciência Zen que tenho até medo da hora que ela acabar – vai esparramar maluco pra tudo que é lado. Carlão montou, no espaço do estúdio de ensaio, um estúdio de gravação pra gravar os seus discos. A coisa foi crescendo, e está crescendo, como tudo que tem verdade, honestidade e trabalho. De lá, do estúdio Confraria “Z”, estão saindo belos registros, belas canções de vários amigos. É um estúdio muito particular, onde o som sai limpo, não pastelzão, como em vários estúdios de ponta desta cidade fria. Muitos tem se surpreendido com o resultado das gravações, das mixagens, com a forma de captação, com a sensibilidade do trabalho do Carlão. Eu não. Conheço o Carlão. Ontem foi mais uma destas noites/dias onde Carlão divide o tempo de técnico/produtor/arranjador/músico/marido e amigo, com o trabalho que lhe rende o aluguel, as prestações do carro, a geladeira com produtos vegetarianos, com a paciênia e compreenção da Patrícia, sua esposa, que muitas vezes assiste a filmes sozinha, que dorme sozinha enquanto Carlão tenta dar mais e melhor de si naquela frase de guitarra, naquela mixagem. Tenho orgulho do talento do meu amigo. Sei da onde vem tudo isso, esse grande esforço em querer fazer a diferença - e fazer. O mundo poderia ter mais pessoas assim, que valem a pena. Seria um lugar bem melhor, com certeza. Grande obrigado, velho, pelo trabalho sempre bacana que estamos realizando em parceria. É um prazer fazer parte disso contigo. Isso ainda vai dar o que falar.
Gabriel Barros (Biel) gravando o baixão
João gravando na canção de Biel
Carlão (sempre de costas) na técnica e a gravura que Biel presenteou Carlão ali em cima
Eu me divertindo com o baixão do Biel (que sonzeira, maluco!!!)
Tem link pro My Space dos caras na foto
Fotos by Biel/João (?), no frio de Ctba, em 22/06/2008
Figuras medonhas que tocam baixo
Segunda-feira, 23 Junho, 2008
Porra, esse cara me deu medo. Não vejam antes de dormir… muito foda.
Começa mesmo aos quarenta?
Quinta-feira, 19 Junho, 2008
Cat Power – Good Woman - live in Malibu
O áudio e imagem não estão lá essas coisas, mas a canção… porra… é du caralho!
Então, um dia a vida começa a fazer certo sentido. E você se pega com quarenta anos. Coloco Cat Power pra tocar, enquanto faço o almoço pra uma pessoa – eu no caso. Dá uma paz estranha. Parece que é preciso de tempo pra entender algumas coisas. Nada melhor que tempo. Quando isso acontece, dá vontade de viver pra sempre, agradecer Deus pela paciência, olhar pra tudo com outros olhos… e almoçar tranqüilo, tendo um dia perfeito pela frente. Incrível.
Publicado por rkjazz 

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